Ernesto atribui à Saúde decisões sobre pandemia, diz que Bolsonaro atuou por cloroquina e nega ataques à China

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O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo presta depoimento à CPI da Pandemia do Senado Federal (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

SÃO PAULO – O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo afirmou, nesta terça-feira (18), em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, que a definição de estratégias para o enfrentamento à Covid-19 “coube primordialmente” ao Ministério da Saúde e que o Itamaraty atuou sobretudo quando demandado.

Aos membros do colegiado, o ex-chanceler, ouvido por mais de 7 horas como testemunha, disse que a pasta por ele comandada atuou na repatriação de brasileiros e ofereceu suporte nas políticas de aquisição de vacinas contra o novo coronavírus e na busca por insumos farmacêuticos e equipamentos hospitalares. “A linha do Itamaraty foi atuar na linha do que era pedido pelo Ministério da Saúde”, disse.

Segundo Araújo, o Ministério das Relações Exteriores também atuou, por solicitação da pasta, na importação de cloroquina produzida pela Índia para recomposição dos estoques brasileiros.

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