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Butantan pode rever prazo de entrega de doses da CoronaVac por falta de insumos, diz Doria

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Coronavac, vacina produzida em parceria com a China
A CoronaVac é a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan (Divulgação)

SÃO PAULO – O Instituto Butantan pode rever a previsão de totalizar 100 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac, entregues ao Ministério da Saúde até o final de setembro devido ao atraso na chegada do insumo farmacêutico ativo (IFA) importado da China, disse nesta quarta-feira o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Em entrevista coletiva na sede do instituto, para marcar a entrega de um lote de 1 milhão de doses da vacina ao Programa Nacional de Imunização (PNI) do ministério, Doria voltou a atribuir o atraso na chegada dos insumos ao que chamou de mal-estar diplomático com a China gerado pelas declarações de autoridades do governo federal contrárias ao país asiático.

Segundo ele, a Sinovac tem prontos 10 mil litros de IFA para enviar ao Brasil, mas o embarque depende de uma autorização por parte do governo chinês, que ainda não aconteceu. Também existe a possibilidade de, uma vez autorizado o envio por Pequim, o volume autorizado ser inferior ao montante citado pelo governador, que equivale a 18 milhões de doses da vacina.

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